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Witchbrook: data de lançamento, plataformas e tudo o que já sabemos do novo “Stardew Valley de bruxas”

Anunciado há anos e finalmente reaparecendo com trailer e novidades oficiais, Witchbrook virou um dos jogos mais aguardados do gênero “cozy”. A proposta é simples e irresistível: viver a rotina de uma estudante de magia, fazer amigos, explorar uma cidade litorânea cheia de segredos e, no tempo livre, cuidar da sua casa e do seu jardim. Só que com vassoura, poções e rituais.

O que é Witchbrook

Witchbrook é um life sim com pegada de RPG social, em que você entra para a Witchbrook College e passa a viver em Mossport, uma cidade costeira movimentada e cheia de atividades. O jogo é desenvolvido pela Chucklefish, com co-desenvolvimento da Robotality.

A comparação com Stardew Valley aparece rápido. Principalmente pelo visual em pixel art e pela mistura de vida cotidiana com exploração. Só que aqui a “faculdade” é de magia, e o seu dia a dia gira em torno de aulas, provas, feitiços e tudo o que vem junto.

Quando Witchbrook será lançado

A má notícia é que Witchbrook foi adiado. A boa notícia é que agora ele tem uma janela clara: lança em 2026. Segundo a equipe, o tempo extra é para garantir que o mundo pareça “rico, imersivo e vivo”.

Plataformas confirmadas e idiomas

Até agora, as plataformas confirmadas são PC (Steam), Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e Xbox. O estúdio também diz que outras plataformas ainda estão “a definir”.

E tem um detalhe bem relevante para a gente: Witchbrook terá português do Brasil, além de inglês, francês, alemão, espanhol, japonês e chinês (simplificado e tradicional).

Como é o gameplay: vida de bruxa, mas com rotina de verdade

Pelo que já foi descrito oficialmente, Mossport funciona como um mundo que continua andando mesmo quando você não está olhando. NPCs têm rotinas, trabalhos, horários e hábitos. E a cidade muda com as estações e eventos sazonais.

Na prática, dá para esperar uma mistura de:

  • Aulas e progressão na Witchbrook College, com tarefas e exames.
  • Poções e artes mágicas, com atividades que parecem ir além de “crafting básico”.
  • Customização, tanto do seu personagem quanto da sua casa no bosque.
  • Vida social, com amizades, dates e um elenco bem típico de cidade pequena onde todo mundo se conhece.

Também já está confirmado que dá para começar um negócio usando seus recursos e parcerias com lojas para bancar os estudos, o que indica uma camada econômica mais ativa do que só vender itens no fim do dia.

Multiplayer cooperativo para até 4 pessoas

Sim, dá para jogar acompanhado. Witchbrook terá co-op online para até 4 jogadores, com atividades em grupo e a promessa de uma experiência mais “vida compartilhada” mesmo.

O mapa interativo de Mossport já existe

Para aliviar a espera, a Chucklefish publicou um mapa interativo de Mossport. O próprio site reforça que as áreas coloridas vistas no mapa são áreas jogáveis, e dá para clicar em pontos e explorar a prévia do cenário.

Por que Witchbrook está demorando tanto

Além do escopo, o estúdio reforça que segue uma filosofia de zero crunch, ou seja, sem picos de trabalho exaustivo como “padrão” de produção.

Esse assunto ganhou peso nos últimos anos, porque a Chucklefish já foi criticada por relatos de trabalho não remunerado ligado ao desenvolvimento de Starbound, e respondeu dizendo que o estúdio cresceu e passou a ter foco maior em boas práticas de trabalho.

Agora, é esperar para colocar as mãos neste game, que parece muito interessante.

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Fagner Lopes

CEO Presidente e fundador da Obewise Entertainment Network, escritor, biomédico e amante de jogos eletronicos, mais precisamente DOTA 2. Redator do site e artista na Obewise Radio Network.

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