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Pragmata está fazendo as pessoas quererem começar uma família

Pragmata finalmente chegou às mãos do público depois de anos de adiamentos, e a reação está indo muito além da curiosidade pela jogabilidade. O novo título da Capcom usa a sobrevivência em uma estação de pesquisa lunar como pano de fundo, mas o que realmente está mexendo com os jogadores é a relação entre Hugh e Diana, os dois protagonistas da história.

No papel, Pragmata se apresenta como um jogo de ação e ficção científica. Hugh é um engenheiro enviado à Lua após um desastre, e Diana é uma androide com aparência infantil que o ajuda a sobreviver em um ambiente hostil. Na prática, porém, o jogo constrói algo mais íntimo. A narrativa desenvolve um vínculo que muitos jogadores passaram a enxergar como uma relação de pai e filha, marcada por cuidado, confiança e responsabilidade.

A própria Capcom deixou claro que essa dinâmica é central na experiência. Diferente de outros jogos em que personagens companheiros funcionam apenas como suporte mecânico, Diana está integrada tanto na história quanto na jogabilidade. Ela hackeia inimigos, interage com o cenário e, aos poucos, ganha espaço emocional na jornada, deixando de ser vista como uma simples ajudante.

Essa abordagem explica por que tantas reações nas redes sociais têm sido emocionais. Parte da comunidade relata surpresa ao perceber que um jogo ambientado na Lua, com robôs e tecnologia avançada, consegue provocar reflexões sobre família e pertencimento. Reviews destacam que o apego aos personagens surge rapidamente, e que certos momentos da campanha foram suficientes para gerar comoção real em quem joga.

Após o lançamento, a conversa passou a girar em torno da história. Diana, em especial, se tornou o coração da experiência para muitos jogadores, funcionando como o elemento que humaniza um mundo frio e tecnológico. O contraste entre o cenário lunar e a relação construída entre os dois personagens é apontado como um dos maiores acertos do jogo.

Pragmata mostra que a ação não precisa ser o único motor de um jogo de ficção científica. Ao apostar em temas como cuidado e conexão emocional, a Capcom entregou um título que faz o público pensar menos sobre armas e inimigos, e mais sobre laços humanos. Para muitos jogadores, a missão de sobreviver na Lua acabou se tornando algo inesperado: uma história sobre o que realmente significa estar ao lado de alguém quando tudo dá errado.

O NERDIZMO recebeu uma cópia do game diretamente da Capcom e já estamos jogando. Em breve, você confere nossa análise completa por aqui!

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Fagner Lopes

CEO Presidente e fundador da Obewise Entertainment Network, escritor, biomédico e amante de jogos eletronicos, mais precisamente DOTA 2. Redator do site e artista na Obewise Radio Network.

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